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Dell Hell II


Na esteira do google

Surgem as primeiras ag?ncias brasileiras especializadas em defender a reputa??o das empresas na internet ? um problema que atinge neg?cios de todo o planeta.

Por Paula Barcellos

EXAME Apesar de uma s?lida carreira como colunista do di?rio ingl?s The Guardian, o jornalista americano Jeff Jarvis n?o figurava, at? o ano passado, na constela??o de estrelas da internet. Criador de um blog chamado Buzz Machine, Jarvis usava o espa?o para escrever sobre m?dia online e comentar sobre o futuro do jornalismo. Era mais um em meio a tantos outros. A situa??o come?ou a mudar quando ele comprou um laptop da Dell, uma das mais respeitadas fabricantes de computadores do mundo. Como a m?quina veio com defeito e a companhia n?o resolvia o tal problema, Jarvis resolveu partilhar seu infort?nio na internet. Ir?nico, apelidou o caso de ?Dell Hell? (Dell Inferno) e, a partir da?, o alcance de seu blog e a reputa??o da empresa sofreram dr?sticas transforma??es. At? o segundo semestre do ano passado, quando algu?m digitava o nome da Dell no Google, apareciam mais de 5 milh?es de resultados relacionados ? express?o ?Dell Hell? ? quase todos escritos por consumidores irados com a empresa. Para Jarvis, o que come?ou como uma tremenda dor de cabe?a se transformou em uma janela para o estrelato. Para a Dell, foi uma li??o t?o dolorosa que, num recente encontro da Word of Mouth Marketing Association, nos Estados Unidos, o vice-presidente da companhia, Bob Pearson, disparou: ?O Google hoje ? a nossa mais importante home page?.

O drama vivido pela Dell est? longe de ser um caso isolado. Empresas de todos os portes t?m enfrentado situa??es semelhantes na internet ? e os grandes respons?veis por essa amea?a, ainda que sem nenhuma inten??o, s?o exatamente os sites de busca. Ao mesmo tempo que eles ampliam a visibilidade das empresas, dando oportunidade para que o internauta conhe?a mais sobre a companhia e eventualmente at? compre seus produtos, tamb?m exp?em as corpora??es a uma enxurrada de cr?ticas, vindas de blogs e grupos de discuss?o, que podem provocar danos graves ? reputa??o. Por causa desse efeito colateral, vem ganhando espa?o um novo tipo de ag?ncia de publicidade: aquela que procura auxiliar as empresas a lidar com o lado negro do Google e de seus cong?neres. Nos Estados Unidos, essa atividade, conhecida como searching engine optimization (SEO), est? rapidamente se incorporando ?s estrat?gias de comunica??o de muitas companhias ? nos ?ltimos 12 meses, as ag?ncias que se dedicam a esse mercado faturaram cerca de 8 bilh?es de d?lares. E a Dell, claro, tornou-se uma cliente. No Brasil, o sistema ainda ? pouco conhecido, mas empresas como GM, banco Real, Cyrela, Motorola e SulAm?rica j? adotaram a novidade. ?Se o consumidor migra para o digital, temos de acompanh?-lo n?o s? na hora da compra mas em todo o processo?, diz Samuel Russel, diretor de marketing da GM.

O poder de um clique
Caracter?sticas do SEO, um produto desenvolvido pelas ag?ncias de marketing digital para melhorar a imagem das empresas no Google
O que ?
O servi?o, chamado de search engine optimization (SEO), faz com que as empresas tenham maior controle sobre a maneira como aparecer?o no site de buscas Google
Como funciona
O primeiro passo ? avaliar a imagem do cliente na internet, vasculhando de blogs a grupos de discuss?o. Depois, elabora-se uma estrat?gia, que pode ser a reformula??o do site ou a gera??o de not?cias, para reverter os casos mais negativos
Principais empresas que adotam o sistema no Brasil
GM, banco Real, Intel, Motorola, Dell e SulAm?rica
Tamanho do mercado nos Estados Unidos
Cerca de 8 bilh?es de d?lares
Fonte: IAB/ Omniture

Em linhas gerais, o servi?o oferecido por essas ag?ncias ? uma esp?cie de vacina contra os males proporcionados pelo excesso de visibilidade na internet. Elas come?am fazendo uma varredura de tudo o que ? publicado sobre a empresa-cliente na rede. Identificados os problemas, como blogs ?cidos ou grupos de discuss?o com cr?ticas ? companhia, parte-se para a rea??o: uma campanha de intelig?ncia em que as ag?ncias digitais veiculam fatos positivos e que possam ser indexados pelos sites de busca. Al?m disso, elas mexem na home page da empresa de forma que as palavras mais digitadas pelos internautas remetam ? p?gina da companhia e evitem, ao m?ximo, os blogs mais cr?ticos. Um trabalho desse n?vel, que implica gera??o de fatos e conte?do para enfatizar a integridade da empresa, custa em torno de 100 000 reais por m?s, pre?o relativamente baixo levando-se em considera??o os resultados prometidos. ?Depois das mudan?as, os sites das empresas chegam a receber at? 20% a mais de acessos. Tudo isso num per?odo de, no m?ximo, seis meses?, diz Marcelo Sant?lago, diretor de novos neg?cios da M?dia Click, ag?ncia brasileira que tem entre seus clientes companhias como Motorola e Cyrela.

Ag?ncias como a M?dia Click e todo esse mercado devem sua exist?ncia, em larga medida, ao fen?meno Google. Quando algu?m procura informa??es sobre um assunto na internet, em geral recorre ao site criado por Sergey Brin e Larry Page. Estima-se que uma em cada seis pessoas no planeta fa?a isso diariamente, o que d? a incr?vel marca de 1 bilh?o de usu?rios. S? nos Estados Unidos, e apenas no m?s de maio, foram nada menos que 94 milh?es de internautas diferentes acessando o site da empresa ? cerca de um em cada tr?s americanos. Embalado por esses n?meros, o Google tornou-se tamb?m um modelo inovador de publicidade, possibilitando ?s empresas que elas apare?am, por meio de links patrocinados, no exato momento em que o consumidor vasculha a internet em busca de informa??es que tenham a ver com os produtos ou os servi?os oferecidos pelas companhias. O que ningu?m controlava, pelo menos at? recentemente, era como a imagem corporativa apareceria nos resultados da busca. A partir de casos como o da Dell, surgiu a oportunidade para um novo nicho, que, por sinal, tem sido visto com entusiasmo pelo Google. ?Para n?s, o clique s? ? positivo quando ? bom para o cliente?, diz Felix Ximenes, diretor de comunica??o do Google no Brasil. Infelizmente, para muitas empresas, isso n?o acontece sempre. Ainda hoje, quando se digita a express?o ?Dell Hell? no Google, aparecem cerca de 400 000 resultados.

Weird News from This is True: Dell Hell

I?ve recommended Dell computers for many years. But my confidence in them was shaken when I got a new laptop in Fall 2004, and I ended up in ?Dell Hell?. To be continued

Dell Hell

A Few Reader Horror Stories

Updates: A Happy Ending?

Conclusion — and Lessons Learned

I’ve recommended Dell computers for many years. But my confidence in them was shaken when I got a new laptop in Fall 2004, and I ended up in “Dell Hell”. As you might expect, I run my computers pretty hard since I work 10-14 hours/day, seven days a week to bring you True and other stuff, so I get a new one every three years or so. This time I decided to switch to a full-time laptop; I gave my desktop to my new assistant and ordered up a new Dell Inspiron laptop.

By Popular Demand!
Michael Dell’s Address:

Michael Dell
Dell Computer Inc.
One Dell Way
Round Rock TX 78682

NOTE: Dell also has a escalation procedure for “Unresolved Customer Service Issues”. They require that you have already gone through the customer support process (and thus have a “Case” or “Reference” number, and your original order number (which I suppose means you can’t use this process for used computers). And get this: they promise a reply within 1 business day! It’s hard to find on their site, but here’s Direct Access to Dell Escalation.

After finally getting it all set up the way I wanted, all was well for a few days until I came into the office, pushed the power button to get started …and nothing happened. It was the Tuesday before I was to leave the country — early the next Monday. “No problem,” I thought: the one time I needed service Dell was there for me, and I did pay extra to upgrade my service contract on the laptop.

After spending the requisite hold time and doing everything the tech asked me to, including taking the computer half-way apart, he declared what was obvious to me from the start: a tech would have to come out to fix it. I told him time was short as I was leaving the country. He assured me the tech would call by noon the next day and make an appointment to come out. I was relieved; I canceled a few appointments so I could be home, but by 3:00 or so the next afternoon it was pretty obvious that no one would call. I got back on the phone and back into the hold queue. I was finally told there was no way a tech could get to my house that day — and there never was a chance of it. I asked to talk to a supervisor; I needed to get the thing fixed! The customer service rep promised a supervisor would call back the same day. My wife was dubious: call customer service, she said. I did …and was told there was an “issue” with the motherboard of my computer; replacements were not available. Uh oh. I again asked for a supervisor, and was again told I could expect a return call the same day.

Good for them: both supervisors actually called back that evening. But a funny thing had happened in the meantime: a courier arrived with replacement parts. “Huh?” the first supervisor said: his system didn’t show that any parts had ever been shipped to me! Great system you have there, guys. “What’s in the box?” he asked. Hell, I don’t know. I opened up the box and tried to describe each part to him, but one thing became apparent: no motherboard. He told me that the first tech had given me an “unrealistic expectation” by saying that a tech would arrive the next day. I emphasized that I needed it fixed by the weekend since I was leaving the country.

When the second supervisor called and I told him the story, he declared I was absolutely not given an “unrealistic expectation”, I should have had a tech the next day …except that there was this “issue” with the motherboards. Great: does that mean I have a lemon? Oh no, he assured me; it’s just that replacement motherboards were late coming from the overseas factory. He said it was unlikely that I’d get my computer fixed before I left on my trip, and apologized. *sigh* I at least got the number of the actual tech that would be coming out. (Addendum: very shortly after this Dell retired the model number system I had, even though it was only a few months old. My guess: it really is a problem model; why else would they dump it so fast?)

Because of the out-of-stock motherboard issue, I ended up having to do my overseas travel with my old, slow, backup laptop. When I got back the motherboard was here waiting, so I called the local tech. He said sorry, but while I was out of the country my service ticket had expired and I’d have to call the service company back to reactivate it. After three days of voice mail jail with them, I gritted my teeth and called Dell again, wading through their menus and waiting on hold. The customer service rep said yes, the ticket was expired. Could they just reactivate it? Nope! Their solution: start all over with tech support. No, I said, I’m just not going to go through all of that again. Surely a supervisor can simply get the old one reactivated, or at least copy the notes over to a new ticket. A supervisor will call you back “today”, I was told. That was November 3. No supervisor ever called.

In the True sent to subscribers on November 5 I told this story — and then the phone calls started. One from a Dell exec who happens to be a True reader, and another from a Dell exec who got a copy of the issue forwarded from a relative who’s a reader. What they did is discussed in the update section below, but first some of the horror stories readers told me after reading mine.

Reader Horror Stories

You can no doubt find a horror story for every manufacturer. The question becomes, then, does Dell have more than its share? Which is to say, is their customer and technical support worse than “average”? Some of my readers definitely think so! But then, my problem is with Dell, so readers who could really relate to my story surely responded more. Dell’s response to that is in the Update section below.

As for who’s better, the top two companies mentioned by readers as far as quality laptops and superior service were IBM and Apple Macintosh.

Now, for just a few of the horror stories from True’s readers:

Spare Parts, Anyone?The replacement parts Dell sent me in an attempt to fix my laptop.

“Almost enough to build a whole computer.” Once I convinced Dell support that my computer really was broken and a tech had to come out, Dell shipped me the parts they thought the tech might need. I have no idea what all of this is, but I’ve been able to identify: a motherboard, an LCD display, a modem, a WiFi card, a display card, a power supply and cord, a front escutcheon, the keyboard surround, RAM, driver CDs and (as you can see) much more — all from the stack of boxes behind the actual laptop in question. When I finally got the attention of Dell executives and they saw what I was sent, one remarked that I had “almost enough to build a whole computer.” Well yeah, but would it work?

  • My Dell Hell began when I purchased a Dell laptop. I am very computer literate so I don’t often contact Tech Support. However, upon receiving this Dell I could not get dial up networking to work — it became clear to me that the modem was dead. I called and they gave me pretty much what they gave you — checking and rechecking things I had done already, etc. and then said I should send back my computer for “repair”. I said this is a brand new out of the box computer and I don’t want it repaired, I want it replaced. They said they could not do that. They agreed to send me a new modem (I told them I would be happy with a card modem which would replace the defective internal modem) and I could install it. That they did — within a few days I got the card modem but in the meantime I found I did not like the laptop at all, for various reasons, and I contacted them and told them I was returning the Dell for a full refund. In addition I was returning the Dell Modem they sent me. They agreed to this and I was credited with my full refund for the Dell Laptop. Within 6 months I was notified that I owed them $70.00 for the modem they sent me. I explained that I returned it and they seemed to accept this. This went on for over 2 years — every few months I would get a bill for the modem, I would call and explain and they said they would take care of it. Well after two years I got a letter from a collection company saying that my account was turned over to them for collection. I also wrote and explained to them but that was useless. Since then (going on 4 years total) I have received an average of 3 calls a week from the collection agency, innumerable letters and messages left on my machine and I have even recontacted Dell to trying to resolve this. They said it was now “out of their hands”. Well, needless to say, I will no longer do any business with Dell, for myself personally or any customers. I recently got a letter from the collection company offering to let me ’settle’ the dispute for $40.00. I declined. DELL HELL to be sure. –Marie, Oregon
  • I can sympathize with your Dell experience. My company purchased a Dell laptop, which began exhibiting problems with its LAN connection fairly early on in its time with us. We sent it back to Dell under our mail-in-repair service contract, and received it back soon thereafter. While the LAN connection had been repaired (through a motherboard replacement), the battery would no longer charge properly. This set off a chain of events that included multiple additional shipments to Dell, the introduction of new problems, a replacement battery, and numerous calls to both technical support and customer service. The most incredible part was when a senior customer service representative told us that our problems were due to the fact that we bought a laptop that was not designed for everyday use, and if we had bought a more expensive model, our everyday use would not have caused such problems. My boss and I looked at each other and asked the representative to repeat himself, which he did. We weren’t even sure how to react to that. We finally did get a replacement laptop (which we’d been requesting since the first faulty repair), and it had problems with its screen. In the end, we are now the not-so-proud owner of a Dell laptop which we have relegated to use by a part-time intern, and six Sonys, which have generally performed well and which have been backed by much more responsive customer service on those few occasions when assistance was required. Admittedly, the Sonys cost significantly more than the Dell, but it’s sometimes true that you get what you pay for. –Jeff, Washington, DC (but currently in Switzerland)
  • You haven’t even begun to delve into Dell Hell yet, but now that you’ve reversed your credit card charges you will surely suffer the 7th level of Dell Hell when Dell Finance (or whatever they’re actually called these days) get their tentacles on you. My father found out about that level of Dell Hell a couple of years ago, when he ordered a computer and monitor and then he decided he didn’t actually need them (a different story) and had them shipped back to Dell. So far, so good, right? They got all of their merchandise back and I think he only had to pay shipping. Well, it seems that the folks from Dell and Dell Support don’t actually communicate much with Dell Finance and it seems that the slime at Dell Finance doesn’t actually trust the folks at Dell Corporate or Dell Support. The slime at Dell Finance kept insisting that my father pay for the computer that he sent back, the same computer that Dell would agree had in fact been returned to them completely intact. To make a long, ghastly story short, the North Carolina Attorney General’s office needed to be involved, a registered letter to Michael Dell was returned from the Corporate address marked “unknown” but, eventually — after many, many months and a ruined credit rating (my father’s) — Dell finally stopped calling and writing letters to him. –Tom, Wisconsin
  • If you think Dell support in the US is exciting, you should try Europe. At least (I believe that) they haven’t outsourced European support to India, but there are still language problems. When I bought my new desktop in Paris a couple of years ago, I specifically asked if I could get support in English. I’ve lived in Europe 12 years, and I am not going to go hungry in either French or German, but for tech support I think I’ll do better explaining things in my native language. I was assured that English would be no problem. The first time I had a problem, however, I called the support line, got an English speaking operator who assured me that I could speak to an English speaking technician. The technician who came on the line, however, told me in French that he didn’t speak English, and if I wanted English support I should call the UK. I called Dell again, went through the same loop again, and decided to try their web site. I had no intention of paying European international call rates during normal business hours to be put on hold in the UK. I went to their French web site, and there was even an option to view the site in English. I submitted my problem, and got a quick response in French saying that I must submit my problem in French. I tried submitting my problem to the US and UK sites, and was told that since I bought my Dell in Paris I would have to submit my problems to the French web site because the other sites had no information about my computer in their database. –Rodney, France
  • I order lots of Dell computers here at my job at [a large corporation]. They are truly a nightmare to deal with. Last Christmas Eve my boss and I spent two hours on the phone with one of their reps (in India) trying to convince him that, among other things, Wisconsin is a state, not a city. I once had to call them to change the ship-to address on a system I ordered for a customer. I was informed by Dell that I could not change the address since the package had not been sent yet. I was told I could only change it once the package was en route. They offered to email me when they shipped the package. I still haven’t received that email. We order perhaps six or seven a month. Every time we order, they assign us a brand-new customer number, even though we use the same information every time we order. This creates a nightmare when we need to contact them about an order. We were told that we should order through our “special” representative. But every time we do that, it costs more. –Beth, New York
  • Earlier this year, when I was home between deployments, a friend who has a Dell asked me for help because when he has a problem with his video card, the person he ended up with, wherever they have now out-sourced their technical support to, had him disconnect all the ribbon cables inside the machine, remove the processor and the RAM, and then, two-and-a-half hours into his call (most of which was spent on hold), they were disconnected. I put everything back together for him, and the video problem was still there, so I pulled the video card out, simply reseated it in the AGP slot, started the machine back up and PRESTO! It was fixed. Never again do I intend to say anything favorable about Dell. But even this was better than the support that Gateway provides…. –Terry, undisclosed location at sea, U.S. Navy

Updates

In my first discussion of this issue in True, I mentioned that DellHell.com was already registered …to Dell (no site there, though). That wasn’t meant to imply I’m interested in starting a web site like that. This page will be plenty.

As noted in the Horror Stories section above, you can certainly find horror stories about every manufacturer; no one gets it 100 percent right 100 percent of the time. The problem is, you shouldn’t have to have a newsletter with a six-figure audience to get attention. It worked for me, but not everyone has such a resource.

So yes, first of all, publishing my mini-rant in This is True did get some attention from Dell. Two Dell execs called and apologized profusely, and I gave one the other’s name so they could coordinate their efforts. Dell says they try very hard to satisfy customers with problems that haven’t been solved by tech support. The hard part is finding out who is having problems. They said they actually have employees who surf online forums looking for horror stories, and then contact the person and help them. And, apparently, they have the authority to actually help. Tip to Dell: if you want to get horror stories, how about activating a site at DellHell.com to solicit them? Yeah, some will be from cranks who will never be satisfied, but maybe you’ll find out that you’ve sic’d a collection agency on someone who returned every part you sent to them!

Related Links

I asked one of the execs what people who don’t have a six-figure circulation newsletter should do when they’re not getting help on a big problem. The reply: Dell is working on a better process to help escalate the biggest problems to someone with authority to intervene — but it doesn’t exist yet. Kudos to them for being honest about that, but it’s sad they got too large too fast to have that in place already. I asked him if he could fix some of the worst problems shown on this page, and he agreed to look into them personally.

As for me, he promised to replace my computer and “do what it took to make me happy”. Is it because I have a large publication, or because someone with authority heard me scream? My guess: a little of both. I’ve shipped back the bad system and his assistant walked the order for a replacement through the system. The replacement system is far, far better than the old one, and has led me to a number of Lessons Learned that you can use to help you next time you order a system.

Conclusion(?) — and Lessons Learned

The last letter writer in the “Horror Stories” section was astounded by what a “senior” Dell rep told him: “our problems were due to the fact that we bought a laptop that was not designed for everyday use, and if we had bought a more expensive model, our everyday use would not have caused such problems.” One would think that any decent computer would be fine being run 24×7, but perhaps for truly heavy use it’s good advice. Dell has three lines of laptops: the Inspiron, which is essentially the consumer model, the Latitude, which is for business use (and the model line Dell employees is issued), and the Precision, which are scientific workstation level machines.

Dell agreed to take back my Inspiron 5150 even though it was past the 21-day return period by the time they heard me screaming. I replaced it with the same model their employees use: the Latitude D600.

OK, the specific lessons learned:

  • If you only need light use from your computer, perhaps the Inspiron is enough. But if you, like me, use your computer hard for long periods of time, and/or lug it around a lot on travel, perhaps the adage “you get what you pay for” applies. My lesson learned: I must move away from the consumer models, which are designed for individuals who are extremely price-conscious. The surprising part: the more-industrial-strength Latitude line really isn’t all that much more money for a similar configuration, but I’ve heard from many that they’re significantly more rugged — something Dell told me, too. Now that I have one I must agree: the Latitude is clearly more solidly built. It’s also smaller, significantly quieter, and runs cooler than the Inspiron it replaced.
  • As a concession (see “promised to do what it took to make me happy”, above), Dell upgraded my service contract to “Business Premium”, meaning that if I call in I start with “Level 2″ tech support — more senior, and more knowledgeable, techs. It’s a $327 add-on for my system, but may be worth it for those who truly depend on their computer, as I do. I will not be satisfied with “basic” service contracts in the future.
  • When it comes to Dell, be sure to go in via the “small business” route rather than the “home user” door — the “made-for-home” machines are slanted toward being the lowest-cost machines possible for price-conscious consumers. If that’s how you want to be treated, fine. But my business depends on quality computers, and (like most businesses) I’m willing to pay a little more for better reliability and better service. Accepting crappy treatment is false economy.
  • After reading this page a Dell employee (and long time True reader) passed along some helpful advice, responding to my note that I bought the Inspiron 5150 when it was quite new, and that it was discontinued very shortly after. She wrote: “It’s been my experience that our systems are either so solid they are still working years after their warranty, or are so bad they disappear quickly. It occurred to me that you might be a good person to pass on a tip that was given to me by a veteran tech at Dell: Never buy a product when it first comes out. Wait a month, then check the Dell Outlet. If you see too many of them available, the system is not a bargain at any price.” Good advice.

Meanwhile, what should you do if you have a terrible, ongoing problem with a Dell computer? Well, if you have a gigantic-circulation online newsletter, you saw what worked for me. Since few have that option, my realistic suggestion is: first, be sure you have really exhausted the regular chain of complaint — tech support and customer service. If that doesn’t work, keep complaining. Go to the top: write a clear summary of the problem and send it to the corporate headquarters, addressing Michael Dell himself. Will he read your letter? Heck no. But he has people to read — and act on — such complaints. If you can finally get your complaint heard by the right person, they will quite likely help you.

That, at least, is what I’ve been assured by more than one senior Dell executive, and I think they’re telling the truth. The same sort of procedure will probably be reasonably effective with any company which respects its customers — IBM, HP, Apple, and most of the others. But I wouldn’t hold my breath when dealing with the bottom-feeding companies that only sell through discount stores….

The Bottom Line

My feeling, after all of this? No, I will not be buying Dell again. Especially after seeing the ongoing horror stories that people have told in their comments to this –

O Bilion?rio na marra



Por Tiago Lethbridge, de Hangzhou

EXAME entrevistou Jack Ma, super-her?i do capitalismo vermelho e um dos empreendedores de maior sucesso da internet que mais cresce no mundo ? um mercado censurado pelo governo e que continua a ser um enorme desafio para empresas como Google, Yahoo! e Microsoft

EXAME O n?mero de bilion?rios espalhados pelo mundo chegou a 1 125 no ano passado. Um recorde. H?, portanto, muitas centenas de formas de atingir o primeiro bilh?o de d?lares. Nenhuma ? mais bizarra que a trajet?ria do chin?s Jack Ma. Magrinho e com nome de her?i de filmes de kung fu, Ma come?ou a estrada rumo ao bilh?o sob a mira de um rev?lver. Em 1995, Ma, ent?o funcion?rio de uma empresa chinesa, foi enviado aos Estados Unidos com a miss?o de haver-se com um empres?rio caloteiro. Acabou seq?estrado. Por dois dias, Ma foi mantido preso numa casa em Malibu, na Calif?rnia, e amea?ado de morte pelo empres?rio. S? conseguiu a liberdade ao aceitar uma inusitada proposta: o seq?estrador queria que o seq?estrado fundasse uma empresa de internet na China ? e os dois seriam s?cios no empreendimento. Na volta ? China, descumpriu o acordo e esqueceu o californiano, mas gostou de sua id?ia. Quatro anos depois, criou com um grupo de amigos um site de com?rcio eletr?nico, o Alibaba. Nascia ali um dos maiores casos de sucesso da internet mundial. ?Foi nos Estados Unidos que descobri que a internet existia?, disse Ma a EXAME. Sua fortuna ? estimada em 1,1 bilh?o de d?lares, e o Alibaba foi considerado pela revista americana Fast Company uma das dez empresas mais inovadoras do mundo, ? frente de Amazon.com e Nintendo.

Se a ida aos Estados Unidos apresentou a internet a Jack Ma, foi a volta para sua cidade natal, Hangzhou, que lhe mostrou como poderia ganhar dinheiro com ela. No s?culo 13, impressionado pelo enorme lago do centro da cidade, o viajante veneziano Marco Polo considerou Hangzhou uma das maravilhas do mundo. O lago continua l? hoje e ? um bem-vindo refresco em meio ? cinzenta paisagem urbana chinesa ? mas deixou de ser o principal motivo de estupefa??o para quem visita a prov?ncia de Zhejiang, da qual Hangzhou ? a capital. Nas ?ltimas duas d?cadas, Zhejiang se transformou num dos maiores centros de manufatura do mundo. Suas cidades adotaram um modelo de desenvolvimento baseado na especializa??o. Uma delas produz 40% das gravatas do mundo. Uma cidade vizinha, 30% das meias. Outra, 70% dos isqueiros, e a lista continua. Havia, por?m, um problem?o a resolver. Essas centenas de milhares de produtores queriam vender e o mundo, ?vido por tudo que a China produzia a custo imbat?vel, queria comprar, mas um n?o conseguia encontrar o outro. Enquanto sete de cada oito empresas americanas t?m uma p?gina de internet, o n?mero de pequenos e m?dios produtores de Zhejiang com acesso ? web era irris?rio. Foi a? que Jack Ma identificou sua oportunidade.

Em 1999, ele criou o Alibaba, um site de com?rcio eletr?nico que conecta os fornecedores chineses a compradores no mundo inteiro. O Alibaba deu ordem ao caos produtivo chin?s. Os fabricantes se cadastram no site e conseguem se mostrar ao mundo. E os compradores encontraram uma maneira de separar os fornecedores s?rios dos aventureiros. ?Nenhuma empresa de internet no mundo tinha visto nos pequenos e m?dios produtores chineses um mercado a ser explorado?, diz David Wei, presidente do Alibaba.com. N?o durou um ano at? que o projeto de Ma chamasse a aten??o dos investidores. J? em 1999, o banco americano Goldman Sachs comprou um peda?o do Alibaba. Seis anos depois, o Yahoo! entregou a Ma a gest?o de sua subsidi?ria chinesa em troca de uma participa??o de 40% no capital do Alibaba. O acordo rendeu 1 bilh?o de d?lares a Ma, um feito e tanto para quem havia come?ado o neg?cio com um investimento de 60 000 d?lares. A trajet?ria do empres?rio atingiu o ?pice no ano passado, quando o Alibaba.com fez a maior oferta de a??es da internet mundial desde o m?tico IPO do Google, em 2004. A abertura de capital e o 1,7 bilh?o de d?lares captado aceleraram o crescimento do site. Hoje, o Alibaba tem quase 30 milh?es de clientes, e as pretens?es globais de Jack Ma ficam claras para quem visita a sede da empresa. Uma imensa tela de cristal l?quido mostra a Terra e os pontos do mundo onde o Alibaba est? sendo acessado, em tempo real. ?Temos clientes no mundo inteiro, inclusive no Brasil?, diz Wei. O Alibaba.com vale hoje 10 bilh?es de d?lares, e deu origem a outros sites, como o portal de leil?es Taobao, l?der absoluto no mercado chin?s.

Essa lista de feitos transformou Jack Ma numa esp?cie de super-her?i do capitalismo vermelho. Professor de ingl?s at? os anos 90, Ma subjugou gigantes americanos (o concorrente e-Bay e o s?cio Yahoo!) e venceu no mundo da tecnologia. Ocidentalizado, moderno e destruidor de pot?ncias estrangeiras ? uma met?fora poderosa demais para passar despercebida na ultranacionalista China. N?o demorou, portanto, a se tornar um popstar. Livros estampando na capa sua cara de bochechas afundadas est?o espalhados por vitrines chinesas. Al?m disso, Ma foi o principal jurado do popular?ssimo programa de televis?o Win in China, no qual 120 000 empreendedores disputam um pr?mio de 1,2 milh?o de d?lares ? uma vers?o local do americano O Aprendiz, de Donald Trump. A fama do sujeito ? t?o grande que suas id?ias sobre o futuro da internet passaram a ser apelidadas de ?pensamentos do comandante Ma?, trocadilho que dispensa explica??es. ?Os chineses o consideram uma esp?cie de vision?rio?, diz Elias Glenn, especialista em internet da consultoria JL McGregor, de Xangai.

H? cinco anos, os analistas j? previam que a China ultrapassaria os Estados Unidos como o maior mercado de internet do mundo. Esse dia chegaria para l? de 2010. Pois, mais uma vez, a China fez tro?a das previs?es ? no in?cio deste ano passou o mercado americano em n?mero de usu?rios. Mais de 200 milh?es de chineses acessam a web, e a quantidade cresce ? raz?o de 6 milh?es por m?s. As grandes marcas globais, claro, lan?am olhares cobi?osos para esse imenso mercado. Mas, se suas hist?rias na China t?m algo em comum, ? o fato de apanharem das concorrentes locais. O Google, maior fen?meno da hist?ria da internet, ? um an?o na China. Seu rival Baidu tem 60% do mercado de busca. A Microsoft faz ainda mais feio. Seu software de conversas instant?neas Messenger ? ignorado pelos chineses, apaixonados pelo fen?meno QQ, da Tencent, dono de 80% do mercado. E o Yahoo!, como j? se viu, desistiu de operar na China e deu o tim?o a Jack Ma.

O insucesso dos grandes e a for?a dos locais s?o reflexos de um mercado que est? para a internet mundial assim como as ilhas Gal?pagos est?o para a evolu??o das esp?cies. Dois fatores ajudam a criar esse isolamento do resto do mundo. A l?ngua ? o primeiro. Em outros pa?ses asi?ticos, onde o ingl?s b?sico ? mais difundido, marcas globais s?o populares. Na China, por?m, a realidade ? bastante diferente. ?Pouqu?ssimos usu?rios locais visitam sites de fora da China?, diz Jacky Huang, analista da consultoria IDC. ?E essas grandes marcas s?o obrigadas a come?ar do zero aqui.? Finalmente, h? a caracter?stica mais definidora da internet na China ? a censura. Navegar na internet chinesa ? uma experi?ncia esdr?xula para um ocidental acostumado a considerar a web um ambiente onde tudo ? permitido. Sites tidos como perigosos pelo governo chin?s, como a maligna enciclop?dia online Wikip?dia, a imperialista rede inglesa BBC e, claro, insidiosos blogs de toda esp?cie s?o bloqueados pelo chamado ?Great Firewall of China?. Estima-se que 30 000 funcion?rios do governo bisbilhotem os h?bitos dos usu?rios, e leis prev?em at? mesmo a execu??o de quem tenta pular a muralha. Se a liberdade de informa??o ? restrita, a liberdade de express?o ? vetada. O caso mais famoso ? o da blogueira Zeng Jinyan, eleita pela revista Time uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Seu marido, um ativista de direitos humanos, foi preso diversas vezes. E ela decidiu falar disso no blog. A p?gina foi bloqueada e Zeng Jinyan vive em pris?o domiciliar. Ao receber um pedido de entrevista de EXAME, respondeu, por e-mail, da seguinte forma: ?Creio que n?o podemos nos falar. Os visitantes s?o proibidos pela pol?cia de entrar em minha casa. E alguns deles moram no apartamento de cima. Atenciosamente, JY?.

A censura torna o mercado local extremamente sens?vel para empresas como Google e Yahoo!, que acabam chamuscadas ao tentar ganhar espa?o na China. Para obter acesso ?s centenas de milh?es de usu?rios locais, essas companhias fazem concess?es que arranham seriamente sua imagem no resto do mundo. O Yahoo! foi acusado de entregar dados sigilosos de um jornalista ao governo central. Ele acabou preso, e o esc?ndalo envolvendo o site teve propor??es globais. Resignar-se a uma atua??o t?mida no mercado chin?s ? a sa?da mais simples para quem n?o quer comprometer ainda mais sua reputa??o. As companhias chinesas, por sua vez, n?o guardam o menor pudor em operar de acordo com as regras do governo. A comunidade online Xiaonei, que re?ne 21 milh?es de estudantes universit?rios, tem 100 funcion?rios pagos exclusivamente para denunciar ao governo usu?rios que cometem crimes como falar do Tibete ou organizar protestos. Um bom teste emp?rico para as diferen?as entre empresas locais e estrangeiras ? digitar as palavras ?tiananmen square protests? (protestos da pra?a Tiananmen) na busca de imagens do Baidu. Encontram-se retratos de turistas felizes posando em frente ao enorme retrato de Mao Ts?-tung na pra?a da Paz Celestial. A c?lebre foto do manifestante solit?rio em frente ao tanque do Ex?rcito simplesmente n?o existe para o Baidu.

A censura n?o impediu a internet de se tornar uma obsess?o dos jovens chineses. Alguns especialistas atribu?ram esse sucesso ? pol?tica de filho ?nico, que criou gera??es de jovens sem irm?os ou primos e, portanto, solit?rios. Para os empres?rios que ganham dinheiro com a internet, por?m, a explica??o passa longe de psicologismos dessa natureza. O que transformou a internet em sucesso de p?blico, dizem eles, foi a not?ria aus?ncia de alternativas de divers?o para os jovens chineses. A televis?o, por exemplo, ? 100% estatal. Para fugir dessa monotonia, os chineses grudam os olhos nos programas de compartilhamento de v?deos ao estilo YouTube. No Tudou, o maior deles, os usu?rios assistem a at? 12 horas de v?deos por dia. Entre os v?deos mais vistos est?o programas de outras redes de TV asi?ticas. Claro, v?deos sobre pol?tica s?o vetados. O segmento de jogos online, outro beneficiado pelo t?dio televisivo, gera 1 bilh?o de d?lares por ano em receitas.

Diante desse p?blico fiel, as companhias chinesas conseguiram romper a barreira que separa as aventuras da internet das companhias s?lidas ? o lucro. A Tencent foi a que melhor inventou formas de transformar acessos em dinheiro. Fundada por cinco jovens, em 1998, a Tencent e seu QQ se tornaram um fen?meno de popularidade (o programa ? t?o adorado no pa?s que a palavra ?qq? ? a mais procurada em p?ginas de busca na China, enquanto a campe? mundial ? ?iPhone?). Suas comunidades online t?m mais de 230 milh?es de usu?rios registrados, o que deu ? empresa um poder que chegou a incomodar o governo. A Tencent criou uma moeda, o qq-coin, que custava 1 yuan e podia ser usada para quem queria, por exemplo, comprar uma nova roupa para seu personagem virtual. Como o sistema de pagamentos eletr?nicos ainda ? prim?rio na China, outros sites come?aram a aceitar o qq-coin, criando um mercado paralelo. No passo seguinte, os consumidores estavam comprando discos e roupas de verdade com a moeda virtual. Para n?o perder o controle sobre a base monet?ria chinesa, o governo restringiu o uso do qq-coin no ano passado. ?O mercado chin?s ? primitivo, os usu?rios ainda n?o usam cart?o de cr?dito e n?o existem bancos online?, disse a EXAME Charles Chen, um dos fundadores da Tencent. ?Aos poucos, vai se sofisticar.? A Tencent atingiu uma margem de lucro de 46% no ano passado, um recorde. O Alibaba consegue patamar semelhante, de 44%, e o que mais espanta ? a velocidade do crescimento de seu lucro ? 80% no primeiro trimestre deste ano. ?Meu sonho ? ter um dos dez maiores sites do mundo e ver o Alibaba durar 102 anos?, diz Jack Ma. Pelo que se viu nos primeiros nove anos e pela paix?o que os chineses desenvolveram pela internet, ? melhor n?o apostar contra.

As novas caras do vale do sil?cio

Quem s?o os jovens que acreditaram na internet ap?s a bolha e criaram algumas das principais empresas da web 2.0.

Por Denise Dweck

EXAME A rede social Facebook tem valor estimado em 15 bilh?es de d?lares. O Slide, servi?o para compartilhar fotos na internet, ? visitado por cerca de 134 milh?es de pessoas por m?s. Voltado apenas para executivos, o site de relacionamentos LinkedIn tem mais de 20 milh?es de usu?rios registrados. O que essas tr?s empresas t?m em comum ? al?m de ser algumas das novas estrelas da web ? ? o fato de ter sido fundadas por jovens que nadaram contra a mar? e apostaram na internet mesmo ap?s o estouro da bolha no ano 2000. A hist?ria desses e de outros empreendedores ? contada no livro Once You?re Lucky, Twice You?re Good ? The Rebirth of Silicon Valley and the Rise of Web 2.0 (?Na primeira vez, voc? ? sortudo, na segunda, voc? ? bom ? O renascimento do Vale do Sil?cio e a ascens?o da web 2.0?, em tradu??o livre e ainda sem previs?o de lan?amento no Brasil), escrito pela jornalista americana Sarah Lacy. O livro traz relatos sobre a cria??o de algumas das novas sensa??es da internet, desde as dificuldades para lev?-las ao ar at? o dilema de vender ou n?o neg?cios milion?rios. Al?m de colocar o leitor em contato com alguns protagonistas do principal p?lo tecnol?gico do mundo, Sarah acaba dando uma li??o de como montar uma empresa na web.

A rela??o de Sarah Lacy com o Vale do Sil?cio ? antiga. H? dez anos a jornalista mergulhou no universo das empresas da Calif?rnia, recentemente como colunista do site da revista Business Week. Para escrever o livro, passou 18 meses entrevistando, tomando caf?, jantando, assistindo a palestras e indo a festas com os novos nomes de sucesso da ind?stria de tecnologia mais vibrante do mundo. Jovem como os empres?rios perfilados, Sarah conseguiu arrancar deles hist?rias pouco conhecidas, que dizem muito sobre suas ambi??es, d?vidas e, claro, seus neg?cios. Alguns deles mant?m uma reclus?o pouco saud?vel: Marc Andreessen, co-fundador do Netscape, o primeiro browser da internet como se conhece hoje, fez do Vale do Sil?cio sua casa e n?o fala com a fam?lia h? anos. Outros s?o met?dicos ao extremo. Mark Zuckerberg, que abandonou os estudos em Harvard para investir no Facebook, chegou a negociar hor?rios para ver a namorada: o trato era de um ?nico encontro semanal. Max Levchin, fundador do site Slide e do sistema de pagamento eletr?nico PayPal, ? determinado desde a inf?ncia. Quando imigrou com a fam?lia para os Estados Unidos, aos 9 anos, saindo da Ucr?nia, aprendeu ingl?s repetindo as falas de um seriado numa TV que pegou num lix?o. Esses detalhes s?o fundamentais para o livro. ?A cultura de qualquer start-up emana de seus fundadores?, escreve Sarah.

As hist?rias contadas no livro interessam a quem tem curiosidade em conhecer mais de perto aquele que ?, sem d?vida, o ambiente de neg?cios mais acelerado do mundo. O objeto do livro s?o as companhias da recente onda da web 2.0, marcada pelos sites cujo conte?do ? gerado e editado pelos usu?rios. Essa nova onda de companhias, segundo Sarah, nasceu num v?cuo ap?s o estouro da bolha do fim dos anos 90. N?o houve interven??o dos investidores que inflaram artificialmente a primeira gera??o de empresas da internet. A nova safra ? diferente e ? um reflexo dos jovens que as criaram. ?Em sua maioria, eram sites de redes sociais constru?dos para os fundadores e seus amigos?, escreve a autora, ?e que acabaram se tornando empresas.? Para a jornalista, as novas companhias podem n?o ter o mesmo impacto econ?mico daquelas da primeira onda da internet (em 1999, 270 empresas bancadas por investidores abriram o capital levantando 21 bilh?es de d?lares), mas certamente ter?o um impacto social maior.

Esse ? outro motivo pelo qual a leitura ? interessante para o p?blico que n?o necessariamente acompanha as ?ltimas novidades do mundo da internet. Muitas das empresas dissecadas nas p?ginas de Once You?re Lucky s?o grandes campe?s de audi?ncia e t?m influenciado de forma decisiva as ind?strias da m?dia e do entretenimento. Seus fundadores, muitos deles na casa dos 20 anos, s?o considerados sucessores naturais dos grandes nomes do Vale do Sil?cio. Um deles ? Kevin Rose. Criador do site de compartilhamento de not?cias Digg, Rose j? foi cortejado por Rupert Murdoch, o magnata da News Corp., e pelo ex-vice-presidente americano Al Gore. Ambos sondaram o Digg sobre poss?veis vendas ou associa??es, mas Rose resistiu ao ass?dio. As estimativas sobre o valor de sua empresa j? passam de 100 milh?es de d?lares. Parte do sucesso estrondoso do servi?o idealizado por Rose ? a mistura de gera??es empreendedoras. A proximidade dos veteranos ? fundamental para o sucesso dos novatos. Sarah cunha a palavra friend-tors, mistura de amigo, mentor e investidor. ?Esses friend-tors ensinaram aos mais jovens li??es que tinham aprendido na marra.? Uma dessas li??es diz respeito aos fundos de capital de risco. Jay Adelson, mentor de Rose e presidente do Digg, tem avers?o aos investidores institucionais desde que foi defenestrado de uma empresa que fundou no final dos anos 90. Certamente influenciado pela experi?ncia de Adelson, Rose preferiu manter o Digg sob seu controle, pelo menos por enquanto.

O p?blico brasileiro talvez sinta falta de algumas empresas mais conhecidas por aqui. Sites como Wikip?dia e Second Life n?o s?o abordados, e h? apenas pinceladas sobre o Google, o YouTube e o Skype. Tamb?m n?o h? men??o ao Orkut, do Google. Para acompanhar o livro, n?o ? necess?rio conhecer a fundo a web 2.0, mas a leitura fica mais f?cil para quem tem no??o do que ? Facebook ou MySpace. Tamb?m pode ficar decepcionado quem levar o t?tulo ao p? da letra. Apesar de fazer men??o aos empreendedores persistentes, muitos dos retratados s?o marinheiros de primeira viagem ou ex-funcion?rios de companhias da era 1.0. Dos principais personagens, apenas parte fundou mais de uma empresa. Nesse rol, est?o Max Levchin, que tenta fazer do Slide um neg?cio maior do que o PayPal, vendido para o site de leil?es eBay por 1,5 bilh?o de d?lares em 2002, e Marc Andreessen, que est? a caminho de sua terceira empresa de 1 bilh?o de d?lares, com o Ning, site para que qualquer pessoa crie sua pr?pria rede social, fundado em conjunto com Gina Bianchini. Para Sarah, a raz?o do sucesso desses empreendedores em s?rie n?o pode ficar restrita ? sorte, ao talento ou ao dinheiro. O atributo mais importante, argumenta a autora, ? a criatividade.

Once You?re Lucky, Twice You?re Good ? The Rebirth of Silicon Valley and the Rise of Web 2.0
Autora
A jornalista americana Sarah Lacy
Editora
Gotham Books, 294 p?gs.
“Antes de empresas como Digg,YouTube e Facebook tornarem-se as queridinhas de 2006, elas eram apenas clusters de id?ias entre amigos. Eram (…) um microcosmo de como o Vale do Sil?cio funciona em sua melhor forma”

As hist?rias trazem ainda outros dilemas comuns a qualquer empres?rio, como a decis?o sobre que sa?da dar ? start-up. Os fundadores ficam divididos entre abrir o capital ou vender a empresa. De um lado, t?m medo de perder o controle, de outro n?o querem abrir m?o de um projeto de anos. Outro perfil muito interessante ? o do nontrepreneur, o criador de empresas que prefere ter id?ias a tocar os neg?cios adiante. Entre eles est? Evan Williams, criador do Blogger e, mais recentemente, do Twitter, e os criadores da ferramenta de postagem para blogs Movable Type, Mena e Ben Trott. Os tr?s contrataram presidentes para comandar suas empresas, enquanto se dedicam a criar. Em alguns trechos, Sarah discute se h? uma nova bolha em forma??o. Para ela, os altos e baixos s?o a regra do jogo no p?lo californiano. Mesmo que seja esse o caso, n?o chega a ser um problema. ?Se a ascens?o da web 2.0 das cinzas ap?s o estouro da bolha nos ensinou alguma coisa, ? que o Vale do Sil?cio dificilmente fica t?o arrasado que as coisas nunca se levantam novamente.?

Apontador e Maplink anunciam fus


Empresas que faturaram juntas 10 milh?es de reais em 2007, pretendem crescer 80% j? em 2008 com foco em publicidade e em licenciamentos para o mercado corporativo.

Por S?rgio Teixeira Jr. e Camila Fusco

EXAME Os portais brasileiros de localiza??o Apontador e Maplink agora s?o uma ?nica empresa. A partir desta quinta-feira (12/06), as empresas ser?o controladas por uma holding ? que foi batizada de Apontador Maplink ? e dever?o somar cerca de 6 milh?es de usu?rios ?nicos por m?s.

As empresas faturaram juntas em 2007 cerca de 10 milh?es de reais. Para os pr?ximos 12 meses, a holding espera saltar para 18 milh?es de reais em receitas e 10 milh?es de usu?rios ?nicos mensais.

?As previs?es s?o bastante agressivas, mas o crescimento do mercado de publicidade online e dos servi?os m?veis trazem ventos favor?veis para nossa empresa?, diz Guilherme Gomide, CEO da holding.

Os portais permanecer?o independentes, mas ter?o logotipos e links que identificam a marca conjunta. Al?m disso, o banco de dados de mapas ser? unificado para os dois websites, o que dever? aumentar o volume de informa??es dispon?veis.

Ambas as empresas estimam que a integra??o das tecnologias leve entre 12 e 18 meses para acontecer. Hoje as aplica??es do Apontador s?o desenvolvidas principalmente em plataforma Linux e as do Maplink, em Windows, e mapeiam cerca de 1300 cidades no Brasil, al?m das principais localidades na Argentina, Uruguai, Chile, Venezuela, Panam? e Costa Rica.

A uni?o significa complementar as opera??es de cada uma das empresas. Hoje os servi?os mais procurados no Apontador s?o relacionados a busca de ruas e localiza??o de estabelecimentos, enquanto no Maplink se sobressaem informa??es sobre rotas rodovi?rias, pra?as de ped?gio, quilometragem e consumo de combust?veis. Entre os principais clientes corporativos est?o companhias de seguro e financeiras, que utilizam o servi?o para localiza??o de ag?ncias banc?rias, por exemplo.

?Em vez de trabalharmos separados tentando criar as mesmas coisas e como concorrentes, vamos unir nossas equipes de desenvolvimento e acelerar a oferta de novos servi?os?, diz Guilherme Gomide, CEO da holding.

Entre os servi?os de publicidade diferenciados que o Apontador Maplink promete est? o ?sponsor street? em que uma determinada empresa paga uma determinada taxa para ter sua marca ou loja evidenciadas todas as vezes em que seu endere?o for buscado. Os portais tamb?m devem refor?ar as parcerias com empresas de conte?do para povoar os mapas que exibem com estabelecimentos de maior procura, como postos de gasolina, bancos, restaurantes.

?Uma possibilidade ? firmar um acordo com redes de cinema para que, ao fazer uma busca, o usu?rio j? possa visualizar as salas mais pr?ximas e identificar a programa??o?, afirma Gomide.

Foco no setor p?blico

Apontador e Maplink juntos tamb?m ganham poder de fogo para competir em um mercado at? ent?o dominado pelas grandes empresas de geo-referenciamento: o setor p?blico. Segundo Frederico Hohagen, diretor comercial da holding, as empresas j? participaram de licita??es para prestar servi?os de rastreamento via internet, mas perderam principalmente em virtude de seu porte pequeno.

?Ganhamos f?lego para competir nesse tipo de mercado?, relata.

A estrutura administrativa da companhia ficar? em S?o Paulo, na sede do Apontador, que abrigar? tamb?m parte da equipe de desenvolvimento. Em Curitiba, ber?o do Maplink, atividades de cria??o tamb?m ser?o realizadas. A equipe estimada conjunta ? de 100 pessoas.

Concorr?ncia de fora

A fus?o dos portais brasileiros vem em um momento em que os servi?os de localiza??o se popularizam tanto em uso quanto em modelo de neg?cios. Praticamente todos os grandes nomes da internet j? mant?m opera??es do g?nero e gratuitas, entre eles o Google, com o Google Maps, a Microsoft com o Live Search Maps, e o Yahoo, com o Yahoo!Mapas.

Para o Apontador Maplink, no entanto, a grande oferta desse tipo de servi?os n?o tira uma fatia de usu?rios em potencial. ?Essas ferramentas gr?tis n?o t?m disponibilidade total, n?o oferecem suporte e ainda podem mostrar no mapa v?rios tipos de empresas. Uma companhia que quer usar o servi?o provavelmente n?o est? disposta a correr o risco de ter em seu pr?prio mapa um apontamento para o concorrente?, relata Rafael Siqueira, um dos fundadores do Apontador. O servi?o proposto pela holding far? a personaliza??o e o filtro que os clientes precisam, diz.

MSN no celular


Os servi?os de mensagens instant?neas m?veis s?o a grande amea?a ao lucrativo neg?cio de SMS das operadoras.

Por Denise Dweck

EXAME Enviar uma mensagem de texto pelo celular virou uma atividade trivial. Seja para dar um recado, seja para marcar um encontro ou cancel?-lo, muita gente prefere mandar um SMS a fazer uma liga??o. Nas Filipinas, pa?s campe?o no uso desse tipo de comunica??o, cada usu?rio de telefone envia cerca de 700 mensagens de texto por m?s. No Brasil, o n?mero ? bem menor. S?o apenas seis mensagens mensais ? mas o volume delas cresce rapidamente. Mandar um torpedo custa alguns centavos, mas a soma do tr?fego mundial de SMS ? um neg?cio respeit?vel. De acordo com a empresa Acision, que fornece infra-estrutura para o tr?fego de mensagens de 300 operadoras, a receita mundial com SMS deve chegar a 165 bilh?es de d?lares em 2011. Esse bolo, por?m, pode parar de crescer. Uma s?rie de servi?os de mensagem instant?nea, que j? s?o largamente usados em computadores, est? sendo introduzida nos telefones m?veis e tem potencial para mudar o cen?rio de comunica??o de texto via celular. As novas op??es v?o desde os conhecidos Windows Live Messenger (chamado simplesmente de MSN no Brasil), Yahoo! Messenger e Skype at? novos servi?os, criados especialmente para o mundo da telefonia m?vel. O lucrativo neg?cio das mensagens de texto pode estar com os dias contados.

A grande diferen?a dos mensageiros para celular e o SMS tradicional est? no pre?o. Um SMS avulso custa, no Brasil, cerca de 30 centavos. Com esse dinheiro, seria poss?vel enviar cerca de 300 mensagens pelos sistemas semelhantes ao MSN, pois o pre?o ? cobrado de acordo com o volume de dados trafegado ? que ? ?nfimo no caso de frases curtas. Embora essa conta seja aproximada, pois os valores mudam de acordo com a operadora e os planos de cada cliente, n?o h? d?vidas: existe uma maneira muito mais barata de trocar mensagens curtas de texto. ?Quando o consumidor tem acesso ? internet em seu celular, os custos de comunica??o por texto caem drasticamente?, diz Matthew Froggatt, diretor do instituto de pesquisa TNS. Um estudo feito em 30 pa?ses pela empresa mostrou que as pessoas que utilizam comunicadores instant?neos no celular reduzem quase pela metade o uso de SMS. ?As mensagens instant?neas m?veis devem canibalizar o mercado de mensagens das operadoras?, concluiu o levantamento.

O impacto dos novos comunicadores para as operadoras brasileiras ainda n?o pode ser quantificado. Para ter uma experi?ncia semelhante ? do PC, ? preciso instalar um programa, e nem todos os aparelhos em uso s?o sofisticados o suficiente para isso. Outro dado importante ? que apenas metade dos 127 milh?es de assinantes de telefonia m?vel do pa?s usa SMS. Mas, conforme os consumidores trocam celulares simples por modelos mais modernos e a rede de telefonia m?vel de terceira gera??o de acesso ? internet r?pida expande-se, a tend?ncia ? que se usem mais servi?os via web. Da mesma forma que o messenger ganhou espa?o nos computadores substituindo o e-mail para conversas simples, poderia ganhar espa?o nos telefones. De acordo com a consultoria Yankee Group, cerca de 3 milh?es de brasileiros j? usam servi?os de comunica??o instant?nea, incluindo servi?os de bate-papo. A estimativa ? que esse n?mero chegue a 8 milh?es em 2012.

? de olho nesse mercado potencial que as empresas que dominam o mercado de mensagens instant?neas nos computadores est?o fazendo a transi??o para os celulares ? com a companhia de alguns novos concorrentes. A Nimbuzz, empresa fundada pelo holand?s Evert Jaap Lugt, vai lan?ar, no final de maio, a vers?o em portugu?s para seu software. Qualquer pessoa que tenha uma conta na rede MSN pode usar o programa da Nimbuzz para levar a comunica??o para o celular. Duas raz?es pesaram para a escolha do Brasil, diz Carlos Medina, diretor da Nimbuzz no pa?s. Uma delas ? o tamanho do mercado de celulares, o sexto maior do mundo. A outra ? a popularidade de redes sociais como o Orkut e os comunicadores de PC, em especial o MSN, da Microsoft, o mais popular no pa?s. ?Esperamos chegar a 1 milh?o de usu?rios at? o fim do ano?, diz Medina.

Em outros pa?ses emergentes, os mensageiros m?veis fazem bastante sucesso. Na ?frica do Sul, a MXit lan?ou um mensageiro em 2005. Em menos de tr?s anos, o servi?o virou uma febre entre os adolescentes e j? conta com mais de 8 milh?es de usu?rios. Na rede da MXit, trafegam 210 milh?es de mensagens por dia. Mesmo diante da possibilidade de perda de receitas, a operadora sul-africana Cell C abra?ou o servi?o: seus clientes n?o pagam nem sequer o tr?fego de dados das mensagens instant?neas. Uma das vantagens de apoiar o comunicador ? o potencial de ganho em outros servi?os. ?N?o ? raro algumas pessoas trocarem n?meros de telefones nas salas de bate-papo e levar as conversas para troca de SMS ou liga??es?, diz Herman Heunis, fundador da MXit.

No Brasil, as operadoras tamb?m apostam nessa id?ia. Recentemente a Vivo fez uma parceria com a Microsoft para lan?ar celulares com um aplicativo que integra os servi?os de e-mail e de mensagem instant?nea da empresa americana. ? cobrado um valor fixo para o tr?fego ilimitado de dados. ?O uso dos servi?os de comunica??o instant?nea tamb?m pode estimular a troca de aparelhos, j? que os mais modernos proporcionam uma experi?ncia melhor?, diz Omarson Costa, gerente de neg?cios de servi?os m?veis da Microsoft para Am?rica Latina. A Claro negocia com o Yahoo! uma parceria semelhante. O investimento nessa integra??o se baseia na cren?a de que cada vez mais pessoas v?o transferir fun??es do PC para o celular. Seja no Orkut, seja no MSN, os brasileiros j? s?o um dos povos mais conversadores do mundo ? e as operadoras sabem que de nada adianta resistir a esse movimento.

IDC: internet m?vel no Pa?s chega a 9% dos usu?rios


Por Michelly Teixeira

Ag?ncia Estado Levantamento da consultoria IDC mostra que a participa??o da internet m?vel no mercado brasileiro, em termos relativos, j? ultrapassa os ?ndices de pa?ses mais desenvolvidos. Enquanto no Brasil os acessos ? internet pela rede m?vel representam 9% do total de 8,1 milh?es de usu?rios de banda larga, o porcentual nos Estados Unidos ? de 6%.

Segundo o analista de telecomunica??es da IDC, Alex Zago, a rela??o ? explicada pela fato de os EUA, assim como outros pa?ses desenvolvidos, terem uma penetra??o muito maior e mais consolidada de banda larga fixa. “Aqui no Brasil, a conex?o m?vel cobre a lacuna deixada pela banda larga fixa, como nos casos de localidades distantes em que a popula??o tem de se valer da rede m?vel por n?o ter outra op??o”, justifica. Contudo, nos grandes centros urbanos a ado??o da banda larga m?vel ocorre tanto para substituir como para complementar a internet r?pida fixa.

Assim, de acordo com a IDC, a oferta de conex?es m?veis no Brasil j? come?a a cumprir seu papel no processo de inclus?o digital. Nos pr?ximos anos, seguindo a agenda de investimentos em terceira gera??o de telefonia celular (3G) definida pela Ag?ncia Nacional de Telecomunica??es (Anatel), essa tend?ncia vai ficar ainda mais n?tida. “A previs?o ? que a participa??o de banda larga m?vel no Brasil seja algumas vezes maior do que muitos pa?ses desenvolvidos”, acredita Zago.

Windows XP Service Pack 3 em portugu




O Microsoft Windows XP Service Pack 3, assim como seus precursores, ? um pacote com as mais recentes atualiza??es para o Windows XP que visa deixar o sistema mais seguro e est?vel. S?o ao todo quatro novas fun??es e mais de mil corre??es, lan?adas desde o Service Pack 2 em 2004, para o Windows XP.

Inicialmente, o pacote est? dispon?vel apenas para a vers?o do sistema operacional em ingl?s. Para alegria de muitos, o pacote ? cumulativo, ou seja, tanto usu?rios do SP1 quanto do SP2 podem instal?-lo sem problemas.

Entre as principais caracter?sticas, est?o algumas funcionalidades importadas do Windows Vista, como o Network Access Protection (NAP) e a presen?a de alguns algoritmos de encripta??o em m?dulos do kernel. Embora n?o apresente muitas modifica??es not?veis, ? um pacote indispens?vel para aprimorar a seguran?a e estabilidade do Windows XP.

Testes independentes realizados pela empresa Devil Mountain Software mostraram que o pacote de atualiza??es SP3 ? capaz de melhorar o desempenho da su?te de aplicativos do Office em cerca de 10%, se comparado ao seu desempenho no XP com o Service Pack 2.

Os testes foram realizados em um notebook equipado com chip Intel Core 2 Duo de 2GHz e 1GB de mem?ria RAM, rodando a su?te de testes OfficeBench.

Voc? ser? redirecionado para o site da desenvolvedora, onde poder? baixar a atualiza??o em portugu?s.

Ficha T?cnica
Fornecedor: Microsoft
Tipo da licen?a:  
Limita??o:  
Sistemas operacionais:
  • Windows XP
Tamanho do arquivo: 302.3 MB
 

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Um guia para ajudar voc? a descobrir se est? pagando por um servi?o de banda larga e recebendo outro, de qualidade inferior.continua??o

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